Poeta Elizeu Moreira Paranaguá lança Silêncio da Pedra do Caos neste sábado na Bahia

O poeta Elizeu Moreira Paranaguá lançará seu terceiro livro de poemas, Silêncio da Pedra do Caos, no próximo sábado, dia 3 de agosto, às 10 horas da manhã. O evento vai acontecer na Sala Walter da Silveira, na Biblioteca Pública do Estado, que fica na rua General Labatut, 27, no bairro Barris, em Salvador, Bahia.

Em Silêncio da Pedra do Caos, publicado pela editora Multifoco, Elizeu Moreira Paranaguá, o Conde dos Lajedos, continua a demonstrar os traços da sua poética filosófica e metafísica. O livro traz pareceres de críticos e escritores significativos da cena literária baiana: Cid Seixas, Germano Machado, Maria da Conceição Paranhos e Mayrant Gallo.

Para Germano Machado “Elizeu Moreira Paranaguá pensa a poesia na filosofia e a filosofia na poesia. Silêncio da Pedra do Caos mostra às claras um poetizar denso e forte, a caminho de um alargamento , a descida ao fundo, ao profundo, à fundação”. Já Mayrant Gallo afirma que "Elizeu Moreira Paranaguá nos anuncia que ainda há céu e que a poesia é o seu alfabeto”. Elizeu Moreira Paranaguá (1963), filho de mãe camponesa e pai militar. É natural de Castro Alves/BA. É poeta, escultor, roteirista, livre pensador e produtor cultural. Estudou filosofia, religião, astrologia e política. Fez teatro e teste no Esporte Clube Bahia para ser jogador profissional. Tem ensaios publicados em revistas e jornais. Idealizador e coordenador dos projetos Imagem do Verso e Expressão da Poesia. Começou a publicar nos anos oitenta no Diário Oficial da Bahia. Foi editor, ao lado de Germano Machado e José Inácio Vieira de Melo, da revista de Arte e Literatura – CEPA/Poesia. Tem poemas publicados na revista de arte, crítica e literatura Iararana. Participou das antologias Lume e Sinfonia Poética (Editoração CEPA – Salvador, 1987), Sete Cantares de Amigos (Edições Arpoador – Salvador, 2003) e Concerto Lírico a Quinze Vozes – uma coletânea de novos poetas da Bahia (Aboio Livre Edições, Salvador, 2004). Publicou os livros Poema Terra Castro Alves (Editoração CEPA, 1992) e O Fogo do Invisível (Coleção Selo Editorial Letras da Bahia, 2006).

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