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De cartaz em cartaz o povo brasileiro mostra nas ruas como é que se faz






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Uma década sem Artur da Távola

Soneto Inascido
O poema subjaz. Insiste sem existir  Escapa durante a captura   Vive do seu morrer.
O poema lateja. É limbo, é limo, Imperfeição enfrentada Pecado original.
O poema viceja no oculto Engendra-se em diluição Desfaz-se ao apetecer.
O poema poreja flor e adaga  E assassina o íncubo sentido. 
Existe para não ser.
(Artur da Távola) 
Por Fernando Moura Peixoto

“Artur da Távola – a pretexto ou a reboque da televisão – borda crônicas de nossa angústia cotidiana, tirando de cada átomo de significância televisionária uma lição ou pensação que seguramente constitui, para cada um dos seus leitores, uma pausa reflexiva no turbilhão insensato do dia a dia. É que nele há moral sem moralismo caturra e fechado, esperança sem embustes ilusionistas, cepticismo sem náusea, carinho psicolinguístico espontâneo capaz de captar os valores significados nos termos e vocábulos novos transados aqui e ali. Com isso, Artur da Távola tem sua legião de leitores gratos, em que me inscrevo grato.” ANTONIO HOUAISS (1915…

Nós da Poesia prepara nova edição. Participe até 15 de janeiro de 2018!

A próxima antologia Nós da Poesia (volume 6) terá como tema Va...idades / Van...idades(falará sobre a passagem do tempo, memória e valorização da vida). 

Participe enviando 4 poemas ou prosas poéticas. As inscrições estão abertas de hoje 15/10/2018 a 15/01/2018. 

Basta enviar seus textos em português ou espanhol para o e-mail: nosdapoesia@gmail.com. 

Participe e concorra a prêmios de publicação para os 3 primeiros colocados e de edição cooperativa para 30 participantes. A publicação é organizada pelo Instituto Imersão Latina.

Un poema a las Madres de la Plaza de Mayo de Argentina

Para Ti Madre De La Plaza De Mayo
Yo también soy tu hijo, Madre de la Plaza de Mayo. Como somos tus hijos Todos nosotros, Los hombres que tenemos Una conciencia libertária!... En mi país, Madre, No tenemos una Plaza de Mayo. Y tampoco hace falta, Pués todo el país, Madre, És una imensa plaza de Mayo!... Tu dolor, Madre de la Plaza de Mayo, És el dolor de la própria Democracia, Siempre amenazada por los uniformes y las botas. LLoro contigo, Madre, El desaparecimiento de tus hijos, Mis hermanos y hermanas argentinos, Y te nombro Madre, Porque sé Que si yo hubiera nacido en tu país, Mi pobre madrecita, Estaria junto a vosotras En la Plaza de Mayo, Preguntando por mi...
Buenos Aires, Febrero de 1983
© Lenine de Carvalho Do Livro Estação Lobo Azul (ou P.X. A Caixa Mágica) http://www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=Lenine www.loboazul.avbl.com.br